Documentos indicam que Rogério Marinho foi avisado sobre descontos ilegais no INSS.

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Natal,10/03/2026

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Dayvson Moura

Documentos indicam que Rogério Marinho foi avisado sobre descontos ilegais no INSS.

Papéis indicam que o senador teria recebido aviso formal sobre fraudes em aposentadorias, reacendendo questionamentos sobre possíveis omissões e a proteção aos beneficiários.

Foto: tirada da internet
Documentos indicam que Rogério Marinho foi avisado sobre descontos ilegais no INSS. Senador Rogério Marinho no Senado Federal

Documentos indicam que Rogério Marinho foi avisado sobre descontos ilegais no INSS.

Papéis indicam que o senador teria recebido aviso formal sobre fraudes em aposentadorias, reacendendo questionamentos sobre possíveis omissões e a proteção aos beneficiários.

Natal/RN | Nos últimos meses, o tema dos descontos ilegais em benefícios do INSS ganhou força no noticiário. A denúncia é grave: aposentados e pensionistas estariam sendo lesados por cobranças associativas que, em muitos casos, jamais foram autorizadas. A novidade agora é a revelação de que documentos comprovam que o senador Rogério Marinho teria sido avisado dessas irregularidades.

A questão não é nova.

Desde 2019, a Controladoria-Geral da União (CGU) já apontava fraudes nos chamados descontos associativos. Milhares de beneficiários descobriram que parte de sua aposentadoria estava sendo reduzida sem consentimento. Associações e entidades apareciam nos extratos como credoras, mas muitos idosos nunca assinaram qualquer termo de filiação.

Diante disso, foi instaurada uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI do INSS), com o objetivo de apurar responsabilidades e mapear o tamanho do prejuízo. Estima-se que mais de 90% dos aposentados afetados afirmam nunca ter autorizado tais descontos, o que levanta suspeita sobre a existência de uma verdadeira “máfia associativa”.

É nesse contexto que o nome de Rogério Marinho aparece com mais intensidade. Segundo informações divulgadas, ele teria sido formalmente avisado sobre os problemas envolvendo os descontos ilegais. Se confirmado, isso levanta uma pergunta central: o que foi feito após o alerta? Houve providência imediata para proteger os beneficiários ou prevaleceu a omissão?

As implicações jurídicas são sérias. Do ponto de vista político, a responsabilidade de parlamentares que tiveram acesso prévio às denúncias é cobrar medidas rápidas e garantir transparência — e é justamente aqui que a cobrança sobre Marinho ganha peso.

A pergunta que não pode calar é simples: se havia documentos comprovando os avisos, por que nada foi feito antes?

Matéria: Dayvson Moura 



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